domingo, 6 de setembro de 2009

INDIFERENÇA - Apocalipse 3. 14-22

· Nós cristãos, sempre tivemos por costume criticar nossos irmãos católicos por seu modelo de vida NOMINAL.

o Nominalismo: se auto-declarar seguidor de determinada crença religiosa, sem que pratique ou acredite em suas práticas.

· Infelizmente, com a disseminação do Evangelho e o crescimento da Igreja, o nominalismo tornou-se freqüente em nossas comunidades.

o É comum encontrarmos pessoas em nossas comunidades que se dizem cristãs, mas suas práticas cotidianas os contradizem.

· Para espanto geral, essa prática não é nova em nosso meio. No texto que lemos, em Apocalipse, João aponta que a Igreja de Laodicéia sofria deste terrível mal.

o Então vamos estudar este texto para compreendermos o que Deus tem para nos falar hoje.

1) “Sei que você não é frio nem quente”. JESUS SABE QUANDO SOMOS INDIFERENTES.

· Essa igreja não sofria com ensinos falsos ou com imoralidade. O problema era sua mornidão.

Ø Jesus não é indiferente à nossa indiferença.

Ø Ou somos quentes (zelozos e comprometidos) ou frios (afastados e céticos).

Ø Ser morno é se revestir com verniz cristão e não viver conforme Cristo ensinou.

2) “Não preciso de nada”. JESUS SABE QUANDO SOMOS PESSOAS ARROGANTES.

· Além da indiferença Laodicéia padecia de outro mal: arrogância.

Ø Eles acreditavam que, por suas conquistas materiais, estavam espiritualmente sadios.

Ø A arrogância leva a auto-suficiência: a crença errada de que resolvemos tudo do nosso jeito, sem a necessidade da interferência divina.

3) “Dou-te este conselho”. JESUS NOS CHAMA PARA UMA CONVERSA SOBRE NOSSA VIDA.

· Apesar do julgamento severo, Jesus apresenta sempre uma saída. Ele nunca tem nossa vida como causa perdida.

· A resposta de Jesus e nos chamar para uma conversa franca.

Ø É necessário busca e ouvir a voz de Deus!

4) “Repreendo e disciplino aqueles que amo”. JESUS NOS CORRIGE QUANDO TRILHAMOS O CAMINHO FRIO E DESCOMPROMETIDO.

· A correção de Jesus passa pela manifestação de seu amor.

· Correção é sinal que Deus nos ama; do contrário, Ele não se importaria conosco.

5) “Eis que estou à porta e bato”. JESUS NOS CONVIDA PARA UMA RELAÇÃ DE INTIMIDADE.

· Esse texto deve ser muito bem compreendido:

Ø Se Jesus está batendo à porta, deve-se compreender que Ele está do lado de fora.

Ø Uma vida de indiferença faz com que Jesus seja colocado para fora de nossas vidas.

· O convite de Jesus é que deixemos Ele novamente entrar no lugar central de nossas vidas.

Ø Deixar Jesus entrar é criar uma relação de intimidade com Ele.

6) CONCLUSÃO

· Se a indiferença e a arrogância já fazem parte de nossas comunidades, nossa resposta deve ser uma vida cultivada em intimidade com Deus.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009


Ambiente para o avivamento - HABACUQUE 3.1-3

"Aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos. Habacuque sabia que o povo de Deus havia pecado, e, conseqüentemente, seria submetido ao juízo divino. Nestas circunstâncias, faz duas petições

(1) Pede a Deus que apareça entre o seu povo com nova manifestação de poder. Habacuque está ciente de que o povo não sobreviveria se o Senhor não interviesse com um derramamento de sua graça e de seu Espírito. Somente assim haveria verdadeira vida espiritual entre os fiéis.

(2) Habacuque ora para que Deus se lembre da misericórdia em tempos de aflição e angústia. Sem a sua misericórdia, o povo haveria de perecer. Hoje, com os alicerces da Igreja sendo abalados, quando há aflição por todos os lados, imploremos ao Senhor que torne a manifestar sua misericórdia e poder para que haja vida e renovação entre o seu povo."

"3.3-16 Deus veio. Nestes versículos, Habacuque refere-se à ocasião em que Deus livrou o seu povo do Egito (ver Êx 14). O mesmo Deus que viera com salvação no passado, voltaria em toda a sua glória. Todos quantos esperavam sua vinda, viveriam e veriam seu triunfo sobre impérios e nações."

O profeta Habacuque escreveu o seu livro pouco antes do seu povo ser subjugado pelos babilônios e levado em cativeiro. O povo de Israel vivia então em grande declínio espiritual como é evidente em passagens como em Habacuque 1.2-5.

Características básica para construção de um ambiente de Avivamento:

1. Oração profunda. "Oração do profeta Habacuque" (v.1).

Oração pessoal, a partir do profeta de Deus. Todos devem orar muito por um avivamento poderoso, glorioso e soberano, enviado por Deus.

Todos os avivamentos da Bíblia e da história da Igreja foram marcados e conservados na atmosfera da oração, jejum, arrependimento, confissão expontânea, quebrantamento de espírito, humilhação diante de Deus e santidade.

Há crentes que até oram bem quando em grupo, no culto ou noutro lugar, mas sozinhos não; mas precisamos intensificar também a nossa oração intercessória pessoal pela obra de Deus, como fez Habacuque.

2. Louvor no Espírito. "Sobre sigionote" (v.1).

Trata-se de um termo musical plural, cujo singular ("sigaiom") aparece na epígrafe do Salmo 7. É uma diretriz para o regente de música sacra na casa de Deus, que o nosso espaço aqui não comporta detalhar. É também o caso do termo musical "selá" que aparece em 3.3,9,13. Habacuque foi certamente um obreiro levita músico. Em 3.16 ele faz alusão a "meus instrumentos de música". Ele era um crente-músico, que dependia primeiro da fé em Deus (2.4), e não primeiramente um músico-crente, que dependesse primeiro da música.

Uma igreja reavivada inclui abundante "música de Deus" (1 Cr 16.42). Em inúmeras Igrejas nossas, a verdadeira música sacra morreu; seu espaço é preenchido com música e canto tipo passatempo, diversão, animação; sem peso, sem mensagem, sem vida, sem unção, sem melodia, sem graça, sem oração, sem endereço, sem nada.

Quando teremos outra vez no culto ministros de música realmente sacra, santa, bíblica, espiritual? "Cânticos espirituais", que brotam primeiro como fontes, do coração crente (Ef 5.19), da experiência vivida e encarnada na vida devocional da cada um de nós.

3. A Palavra de Deus. "Ouvi, Senhor, a tua Palavra" (v.2).

A Palavra de Deus abundante, fluente, poderosa, revigorante e renovadora é o grande agente divino para o avivamento. Hoje a Palavra saiu dos púlpitos da maioria das igrejas e foi substituída ardilosamente e quase sempre por música, festas, jograis e apresentações que são "sacrifícios de tolos" que Deus aborrece.

Mas não é só no culto que a mensagem do evangelho foi abafada; também nos periódicos, nas emissoras, no vídeo, etc.

4. Temor de Deus. "E temi" (v.2).

Sem renovação espiritual constante na sua vida, o crente perde aos poucos o repúdio ao pecado, sua sensibilidade espiritual diminui e o temor de Deus também. Isso afeta seriamente as coisas de Deus, os valores espirituais, principalmente a santidade de vida e a retidão no viver cotidiano.

5. Renovação espiritual. "Aviva, ó Senhor, a tua obra" (v.2).

Precisamente falando, avivar, tem a ver com quem já morreu, e reavivar, com quem ainda tem vida. Vários membros da igreja de Sardes tinha nome no rol dos vivos, mas estavam morto espiritualmente falando (Ap 3.1). A nova vida em Cristo é chamada ressurreição (Cl 3.1; 2.13; Ef 2.1; 5.14). Verdades pertinentes à renovação espiritual:

a) Avivamento do povo. A "obra" de Deus a ser avivada no v.2 é o seu povo e não as instituições, seus pertences e objetos. Ver Is 29.23 "seus filhos, a obra das minhas mãos"; Ef 2:10 "somos feitura sua, criados em Cristo Jesus".

Que é avivar espiritualmente? É uma operação soberana, irresistível e sobrenatural do Espírito Santo na igreja para trazê-la de volta ao real cristianismo bíblico como retratado no livro padrão da igreja - Atos dos Apóstolos.

Ao avivar e reavivar a igreja, Ele salva crentes inconversos dentro da igreja, liberta os crentes carnais, realiza prodígios (e não apenas milagres conhecidos), levanta os caídos. Jesus salva multidões com o Espírito Santo, os crentes buscam a vida santificada, os perdidos buscam a salvação (como nos avivamentos de Mt 3.1-5; At 16.30) e prevalece o espírito de unidade de alma entre os crentes e não apenas união de cabeças, externa, egoísta e efêmera. Ver Jo 6.66,67.

b) O momento do avivamento. "No meio dos anos" (v.2). Isto é, agora. "Meio" fala também de equilíbrio.

c) O esvaziamento do eu. "Lembra-te da misericórdia" (v.2). No avivamento, méritos humanos são esquecidos e só Deus é glorificado do maior ao menor, na unidade do Espírito.

CONCLUSÃO:

Na busca pelo Avivamento, precisamos desse ambiente. Ambiente gerado pelo próprio Espírito Santo quando ganhamos tempo estando a sós com Deus. O Momento do avivamento é agora, hoje, nesse tempo oportuno, na nossa geração, "No meio dos anos". Busquemos em oração profunda o Avivamento do Alto.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

NOVAS MENSAGENS

Não perca novas mensagens para download. Em Especial novas mensagens do Pr. João Romeu e novas da série construindo a espiritualidade cristã.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

SERVO OU RELIGIOSO?


Jr 2.13: -""O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas rachadas que não retêm água."

Ap 2.4-5: Contra você, porém, tenho isto: você abandonou o seu primeiro amor. Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio. Se não se arrepender, virei a você e tirarei o seu candelabro do lugar dele.

Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o cristão, o discípulo. Precisamos aclarar isto cada vez mais.

1) Introdução

Você já reparou que acostumar-se com algo não exige muito esforço? Repare no fato de alguém entrar em um recinto com um perfume muito doce e forte. Todos irão reparar. Alguns não gostarão, outros até se sentirão mal. Agora se você não pode sair deste local você naturalmente acaba se acostumando com este odor. Seja ele bom ou ruim.

Há um ditado interessante que diz: "o pecado é como o perfume, você acaba se acostumando com ele". Isto é real. Todo o perfume que passamos, tempos depois já estamos de tal forma acostumados com ele que nem notamos a sua presença em nós. Nós nos acostumamos tão facilmente com algo que elas se tornam corriqueiras para nós. Todavia não podemos ter o Senhor com corriqueiro para nós.

O que fez Jesus com os vendilhões do templo? Não estavam os homens daquela época acostumados com eles? Não estavam adaptados àquela situação? Vejamos qual é a posição do Senhor…

O que é uma cisterna? É um local para armazenar água. A religiosidade é como uma cisterna rota: começamos bem, mas no decorrer do tempo deixamos ao Senhor e ficamos com o passado, com as experiências do passado. Nossa comunhão e nossa vida com Deus tem que ser diária, permanente, tal qual o maná no deserto que era sempre para um determinado dia.

Com freqüência ficamos com a história do passado ou, o que é pior, com a história dos outros. Temos que ter a nossa própria história com o Senhor. Temos que estar diariamente buscando da fonte e não cavando cisternas rotas.

Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o cristão, o discípulo. Precisamos aclarar isto cada vez mais. Devemos que entender que o morno, ao qual está a ponto de ser vomitado, também está dentro da igreja. Não é do mundo que ele será vomitado, mas é para o mundo que será expulso.

Cada dia que passa aumenta a polarização que o Senhor nos falou em Ml 3.12-18. A cada momento, a cada tempo está se distanciando o justo do ímpio, o que serve a Deus daquele que não serve a Deus.

Para facilitar isto, faremos um paralelo entre o religioso e o discípulo. Não temos o intuito de julgar ninguém, porém não podemos deixar nenhum homem em confusão. Todos devem saber como Deus o vê.

2) Religioso ou Discípulo (servo)?

O Religioso:

- Tem a bíblia centralizada no homem. Enxerga tudo o que Deus tem para ele: graça e salvação.

- Interpreta a palavra mecanicamente, age como se ela fosse um tabuleiro de xadrez 2Co 3.6.

- Ouve verdades de Deus 2Tm 3.7.

- Obedece algumas regrinhas que as considera sumamente importante Mt 23.23.

- Aprende a saber muita coisa 1Co 8.1b

- Tem o eu no comando.

- Se esforça por imitar a Cristo, na carne

- Canta muitos cânticos

- Estuda sobre o Espírito Santo.

- Faz orações. Fala, fala e não ouve.

- Confia sua vida a uma instituição religiosa.

- Sua vida é uma eterna luta contra o mal. "Mente vazia oficina do diabo. Membros ociosos oficina do diabo".

- Vive com sede Jr 2.13.

- Faz prosélitos Mt 23.15.

- Não coloca sua vida na luz Jo 3.19-21.

- Não reconhece as autoridades como vindas de Deus.

- Seus olhos brilham para as coisas do mundo.

O Discípulo (servo):

- Tem a bíblia centralizada em Deus. O que importa é o propósito eterno de Deus.

- Tem revelação de Deus. Compara coisa espiritual com coisa espiritual 1Co 2.12-14

- Ouve a Deus Hb 3.7-8. Ninguém pode ouvir a Deus e não mudar.

- Ama a vontade de Deus e obedece a Cristo em tudo Jo 14.23.

- Aprende a guardar o que Cristo ensinou Mt 28.20.

- Tem a Cristo no centro de sua vida – é alguém que se esqueceu de si mesmo.

- Cristo vive nele Gl 2.20.

- Louva ao Senhor.

- Vive cheio do Espírito Santo Rm 8.5-9.

- Fala com Deus, dialoga com seu Pai.

- Confia sua vida a igreja que é o corpo de Cristo.

- Não tem tempo para praticar o mal, seus membros estão ocupados com a justiça Rm 6.13.

- Bebe muita água da vida.

- Dá fruto (faz discípulos) Jo 15.1-6,8,16.

- Anda na luz 1Jo 1.5-10.

- Acata todas as autoridades delegadas Rm 13.1.

- Seu atrativo é o Senhor, ama a simplicidade de Deus.

O coração do religioso não se sacia, não se satisfaz com as coisas simples de Deus. O religioso tende matar sua sede no mundo, nos atrativos do mundo ou do poder, que pode ser intelectual.

3) Conclusão :

O que o Senhor quer de nós?

O que o Senhor espera de você?

O que você tem feito?

Que tipo de homem você é?

O nosso Deus e Pai não é um Deus de desordem, Ele deseja que todo aquele que se aproxima d’Ele realmente viva como Ele quer e deseja, sem mesclas ou confusão.

domingo, 23 de agosto de 2009

NOVAS MENSAGENS

Aproveite as novas mensagens em áudio, em especial novas da SÉRIE CONSTRUINDO A ESPIRITUALIDADE CRISTÃ

LEPRA ESPIRITUAL - Lucas 5.12-16

Jesus, nessa passagem bíblica, opera uma cura milagrosa em um leproso.

Esse leproso, ao saber que Jesus estava naquela localidade, foi ao seu encontro, e prostrou-se aos seus pés. Jesus, num gesto de amor e misericórdia, toca àquele leproso e ministra cura sobre ele. O homem automaticamente é curado, e sai testificando daquele milagre.

Pode parecer apenas mais uma cura. Mas não o é. A lepra era uma das doenças mais estigmatizadas daquele tempo. Por, nesse período histórico, ser uma doença incurável, altamente transmissível, e de rápida degeneração, os leprosos tinham determinadas regras a cumprir nas comunidades judaicas:

· Deveriam morar fora das cidades, nas matas, cavernas ou cabanas;

· Não tinham permissão de ir ao templo;

· Se andassem em público, deveriam gritar “imundo, imundo” para outras pessoas saberem que ali ia um leproso e passarem ao longe.

O individuo leproso perdia todo convívio social e espiritual. Não tinha contanto com sua família, amigos e, muito menos, poderia participar das atividades religiosas da comunidade.

Assim, quando Jesus cura o leproso, ele não só o trás saúde, mas o re-insere em seu convívio social, restabelecendo seus vínculos afetivos.

MAS, NÃO É SOBRE ISSO QUE DESEJO FALAR.

QUERO, NESSA NOITE, APRESENTAR OUTRO TIPO DE DOENÇA, DE CUNHO ESPIRITUAL, QUE TEM ACOMETIDO GRANDFE PARTE DA SOCIEDADE ATUAL. ENTENDEREMOS UM POUCO DA LEPRA FÍSICA, PARA CONHECERMOS A CHAMADA “LEPRA ESPIRITUAL”.

1) LEPRA FÍSICA

A lepra (hanseníase, mal de Hansen ou ainda, mal de Lázaro), é uma doença infecciosa causada pelo bacilo Mycobacterium leprae que afeta os nervos e a pele e que provoca danos severos. O nome hanseníase é devido ao descobridor do microrganismo causador da doença Gerhard Hansen. É chamada de "a doença mais antiga do mundo", afetando a humanidade há pelo menos 4000 anos e sendo os primeiros registros escritos conhecidos encontrados no Egito, datando de 1350 a.C.

Um dos primeiros efeitos da lepra, devido ao acometimento dos nervos, é a supressão da sensação térmica, ou seja, a incapacidade de diferenciar entre o frio e o quente no local afetado. Mais tardiamente pode evoluir para diminuição da sensação de dor no local.

A lepra indeterminada é a forma inicial da doença, e consiste na maioria dos casos em manchas de coloração mais clara que a pele ao redor, podendo ser discretamente avermelhada, com alteração de sensibilidade à temperatura, e, eventualmente, diminuição da sudorese sobre a mancha (anidrose). A partir do estado inicial, a lepra pode então permanecer estável (o que acontece na maior parte dos casos) ou pode evoluir para lepra tuberculóide ou lepromatosa, dependendo da predisposição genética particular de cada paciente. A lepra pode adotar também vários cursos intermediários entre estes dois tipos de lepra, sendo então denominada lepra dimorfa.

Um doente de lepra é alguém que tem uma mancha ou manchas na pele com clara perda de sensibilidade.

2) LEPRA ESPIRITUAL

Igualmente a lepra física, a LEPRA ESPIRITUAL ataca um dos principais sistemas do ser espiritual: A SENSIBILIDADE.

Se a lepra física priva o individuo ter sensações como dor, calor, frio (dentre outras) a LEPRA ESPIRITUAL retira do individuo sua capacidade de sentir:

a. Deus

· O leproso espiritual tem sua capacidade de se relacionar com Deus limitada ou nula.

· A pessoa perde o sentido de importância e necessidade de Deus em sua vida.

· A pessoa não tem noção, mas simplesmente não consegue mais sentir a presença de Deus consigo e, pior ainda, já não acha mais importante ter Deus consigo.

· Quantos desdenham de nossa busca por Deus, de nossa vida de oração ou até mesmo se acham superiores intelectualmente porque não “precisam mais de Deus”? SÃO LEPROSOS ESPIRITUAIS, pessoas que perderam a sensibilidade por Deus e estão doentes.

b. O Próximo

· Muitas pessoas perderam a sensibilidade para com aqueles que estão à sua volta.

· Afastam-se e acham que os outros estão longe de si.

· Vêem a dor dos outros, mas não sentem nada.

· Perdem o desejo de estar perto daqueles que os amam.

· Isolam-se e acham que estão bem assim: ESTÃO DOENTES.

3) CURA PARA LEPRA

a. FÍSICA

Hoje em dia, a lepra é tratada com antibióticos, e esforços de Saúde Pública são feitos para o diagnóstico precoce e tratamento dos doentes, além de próteses de pacientes curados e que tiveram deformações e para a prevenção voltada principalmente para evitar a disseminação.

Apesar de não mortal, a lepra pode acarretar invalidez severa e/ou permanente se não for tratada a tempo. O tratamento comporta diversos antibióticos, a fim de evitar selecionar as bactérias resistentes do germe. A OMS recomenda desde 1981 uma poliquimioterapia (PQT) composta de três medicamentos: a dapsona, a rifampicina e a clofazimina. Essa associação destrói o agente patogênico e cura o paciente. O tempo de tratamento oscila entre 6 e 24 meses, de acordo com a gravidade da doença.

Quando as lesões já estão constituídas, o tratamento se baseia, além da poliquimioterapia, em próteses, em intervenções ortopédicas, em calçados especiais, etc. Além disso, uma grande contribuição à prevenção e ao tratamento das incapacidades causadas pela lepra é a fisioterapia. No Brasil o termo lepra foi substituído por Hanseníase, devido à discriminação sofrida pelos pacientes.

Ainda no Brasil, há a ONG MORHAN que faz um trabalho contra o preconceito e ajuda aos portadores da doença.

b. ESPIRITUAL

O leproso do texto de Lucas nos mostra como ser curados da lepra espiritual:

b.1. RECONHECER QUE ESTAMOS DOENTES

· Não adianta querer se curado se você continuar se enganando, achando que está tudo bem, tudo legal.

· O processo de cura começa pelo reconhecimento da doença.

b.2. IR AO ENCONTRO DE JESUS

· O segundo passo é buscar o remédio e, diferentemente da lepra física, não existe fórmula química, mas somente uma pessoa pode curar: JESUS.

4) O QUE JESUS PODE FAZER?

a. Tocar o doente

· A primeira ação que Jesus tem é restabelecer a sensibilidade, por isso ele toca.

b. Ministrar cura

· Após restaurar a sensibilidade, Jesus cura, renviando-o de onde você saiu, restabelecendo seus laços afetivos, dando-se chance de começar de novo.

É esse o processo de cura que Cristo tem para o leproso espiritual.

Se você está doente, Jesus está pronto para te curar.

Siga esses passos e fique livre da LEPRA ESPIRITUAL hoje, em nome de Jesus.

domingo, 16 de agosto de 2009

Jesus, o Radical - João 6.66-71

Introdução:

- Jesus faz um discurso pesado para os ouvidos dos judeus:

· Eu sou o pão que desceu dos céus.

· Deve-se comer deste pão para adquirir a vida eterna.

· Quem não comer deste pão e beber deste sangue não tem parte com Deus, e não herdará a vida eterna.

- À vista deste discurso muitos discípulos se escandalizaram e abandonaram a Jesus.

Transição:

- O discurso pesado de Jesus fez com que o número de discípulos diminuísse em grande quantidade.

· Muitos estavam atrás de Jesus só porque tinham comido do pão multiplicado, ou porque sabiam que ele tinha andado sobre as águas.

· Estes mesmos que tinham visto esses milagres clamavam para que Ele continuasse fazendo outros sinais miraculosos (v. 30)

- Em contrapartida, Jesus aumentou o tom de seu pesado discurso, e só ficaram aqueles que realmente foram escolhidos por Jesus.

PERGUNTA PARA HOJE:

Mudou Jesus ou mudaram os discípulos?

O propósito deste sermão é mostrar que Jesus continua fazendo as mesmas demandas que fez no passado e quem não estiver disposto a um compromisso sério com ele, que pule do barco imediatamente.

A. JESUS TEM UM PROGRAMA DE GOVERNO TOTALMENTE RADICAL

1. É delineado por Deus (38). Foi confirmado com um selo (27)

2. É um programa novo, que não nada a ver com a velha ordem (32, 58).

- representada na pessoa de Moisés

- simboliza um velha religião, cheia de pré-conceitos que escravizam.

3. Acabar com a sede e com a fome do ser humano desumanizado

- O alvo de Jesus é suprir o vazio existencial do ser humano.

- Todos nós temos um vazio interior que só Deus pode preencher.


4. Todos os seres humanos pertencem a um tipo de governo: luz ou das trevas.

- Governo é o tipo de mentalidade que nos controla.

· Conceitos, regras, forma de pensar e agir.

- Ou somos controlados pelo jeito de pensar do Reino de Deus, ou somos governados pela mentalidade do reino das trevas.

B. JESUS EXIGE UM COMPROMISSO COM ELE TOTALMENTE RADICAL

1. Em primeiro lugar tem que crer n’Ele.

- Por cinco vezes nesse capítulo, Jesus apresenta a importância de crer n’Ele.

- Crer não é simples confiança, mas para por uma convicção interior, uma certeza no coração e na mente que fundamenta o jeito de viver.

2. Tem também que experimentar a vida de Jesus.

- não somente a teoria do cristianismo, mas um experimento dos seus valores.

- Quando Jesus fala de comer a carne e beber o sangue (v. 53-57), Jesus conclama a todos para experimentarem em suas vidas dos valores, conceitos, jeito de viver de Jesus.

3. Não tem lugar para os descrentes (64)

- tem gente que segue, mas não se compromete

- tem gente que parece ser cristão, mas se escandaliza com a verdades de Jesus

- tem gente que não consegue entender o que Cristo ensina

4. Há alguém com vontade de abandonar Jesus? (67)

- Faça-o sem demoras, não perca mais o tempo.

5. “Quão difícil é ser cristão” Robert Browning

- É difícil na medida em que deve-se mudar não só o jeito de falar ou vestir, mas o jeito de pensar e viver.

C. JESUS OFERECE UMA RECOMPENSA TOTALMENTE RADICAL

1. A vida eterna

- a vida eterna é muito mais do que morar no céu.

· Vida eterna é viver desarraigado de qualquer raiz material, é viver plantado em Deus, com esperança em Deus.

2. Participará da ressurreição no último dia

· Promessa de vida após a morte.

· Só quem está arraigado em Deus pode nascer e dar frutos na Nova Vida.

CONCLUSÃO:

- Somente nos restam duas alternativas:

(1) Abandonar Jesus

(2) Seguí-lo a que preço for (67-68)

- Cristo quer um compromisso sério com ele. É chegada a hora de fazê-lo.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

NOVAS MENSAGENS

Não perca. Novas mensagens para baixar. Em Especial, as últimas do Pr. João, além de novas da série construindo a espiritualidade Cristã.