sexta-feira, 16 de outubro de 2009

NOVAS MENSAGENS

Não perca. Novas mensagens em áudio, pra você baixar. Em destaque, ministrações do Pr. João Romeu, além de uma ministração de Vladimir Mantovani, no link outros pregadores. Baixe já e desfrute dessas mensagens edificantes.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Não temas, crê somente - MARCOS 5.36

A sociedade moderna vive atormentada pelo medo. Pessoas que moram em grandes cidades, vivem constantemente com medo de tudo e de todos. As pessoas, em geral, têm muitos medos: doenças, crises financeiras, guerras, decepções, insegurança, o desconhecido, a nós mesmos, a morte, e por ai vai. A Bíblia nos ensina que, ao invés de temer – ser dominado pelo medo – devemos crer, sabendo que Deus é a nossa força e o nosso ajudador. O que devemos entender por crer?

1. Crer significa entrega

· Entrega espontânea e voluntária - Deus não nos força a nos entregarmos a Ele;

· Mas nos convida com um apelo amoroso – Mateus 11.28

· A entrega precisa ser incondicional e total – enquanto não fizermos a entrega real, Deus não poderá agir em nossa vida.

· A entrega precisa ser permanente e definitiva – Não podemos entregar hoje e exigir de volta amanhã

· O que foi entregue a Deus não nos pertence mais.

· Entregar algo a Deus é descobrir diante Dele aquele problema – enquanto não descobrimos o problema à Deus, ele não agirá – exemplo a carta de Senaqueribe ao rei Ezequias – (Isaias 37-14-20)

2. Crer significa confiar totalmente

· Grande parte dos cristãos não confiam em Deus

· Na Bíblia há grandes heróis que confiaram em Deus: Abrão creu e isso lhe foi imputado como justiça

· Moises confiou em Deus para a realização da obra

· Davi, na derrota dos filisteus, confiou na promessa de que as amoreiras balançariam como sinal da ação favorável de Deus – 2 Samuel 5.23-25;

· Porque você não pede um sinal a Deus, ao invés de ficar reclamando da vida?

· A mulher do fluxo de sangue, confiou e agiu com fé – Marcos 5.28

· Confiarei e não temerei – Isaias 12.2 // toda a confiança em Deus tem direito a galardão – Hebreus 10.35

3. Crer significa descansar

· Há muitas pessoas cansadas desta vida;

· O salmista nos convida a descansarmos no Senhor – Salmo 37.7

· Até um poeta pode sentir esta realidade quando cantou: “Oh que descanso encontrei em Jesus!”

· Cristo nos prometeu descanso para as nossas almas – Mateus 11.29

Conclusão:

· A Palavra de Deus nos convida a não temermos, mas a crer somente.

· No Salmo 34.8, o Senhor nos convida: Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele se refugia.

· Ao invés de temer, confiemos no Senhor e ele nos ajudará.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

SACIANDO OS SEDENTOS DE DEUS - João 7.37, 38

O povo judeu celebrava a festa dos tabernáculos. Festa essa que celebrava os 40 anos de peregrinação no deserto, além de agradecer pelas colheitas do ano. Era considerada a festa mais alegre e festiva em Israel.

Uma cerimônia marcante nessa festa era realizada pelos sacerdotes, que durante sete dias faziam uma procissão do tanque de Siloé até o templo, carregando jarros com água, sob o som de trombetas e grande júbilo, derramando essa água sobre o altar. Nessa jornada, a esperança do povo era reavivada com uma profecia messiânica: “Vós, com alegria, tirareis água das fontes da salvação” (Is. 12.3).

O último dia da festa era o apogeu da cerimônia. A procissão era repetida sete vezes. O povo, nesse momento, resgatava na memória a promessa do Messias, que traria água para os sedentos, vida para o povo.

Nesse ínterim, Jesus se levanta e exclama: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba”. Jesus, nesse momento, atrela sua vida e ministério a todas as profecias e expectativas do coração daquele povo. Ele convida àquele povo a se deixar satisfazer não mais pela esperança, mas pela verdadeira água da vida.

Esse convite de Jesus ainda ecoa na atualidade. Pessoas em todos os lugares, de todas as formas, possuem sede. Uma sede que Só Jesus pode saciar. Nós hoje, ainda carecemos da água da vida. Assim, vamos analisar esse convite de Jesus e descobrir suas implicações para nossas vidas, hoje.

1) O CONVITE DE JESUS É UNIVERSAL

· “Se alguém tem sede . . .” (v. 37)

· Deus não faz acepção de pessoas. O convite é para todos.

· Não existe distinção para Deus. Todos são convidados para desfrutar de sua salvação.

2) O CONVITE DE JESUS EXIGE “ROMPIMENTOS”

· “Se alguém tem sede, venha a mim e beba (v. 37)

· Para beber a água da vida, é preciso sair de onde está.

· É necessário tomar uma decisão, romper com todo obstáculo, preconceito ou estrutura que paralisa.

· É preciso romper com toda tradição, vinculo pessoal ou religioso.

· A resposta inicial ao convite de Jesus é ir ao seu encontro.

3) O CONVITE DE JESUS É PARA OS QUE TEM SEDE DE DEUS

· “Se alguém tem sede, venha a mim e beba” (v. 37).

· Só sedentos buscam água. Só os doentes procuram médicos. Só os que se reconhecem perdidos anelam por um Salvador.

· Não adianta querer receber algo de Deus, se não temos a clara certeza que realmente precisamos d’Ele.

4) O CONVITE DE JESUS IMPLICA POSSE

· “Se alguém tem sede, venha a mim e beba”. (v. 37)

· O convite de Jesus não é para olhar a água, analisar, admirar, conversar sobre a água ou mesmo para criticá-la, Jesus convida para beber dela!

· Não adianta saber sobre Jesus, é necessário experimentá-Lo.

· Enquanto não nos apropriarmos da água, não encontraremos resposta para nossa sede.

· Quando se fala de experimentar, fala-se de fé, de se pautar a vida em Jesus, ele deve ser o novo alicerce da vida.

5) PROMESSAS RELATIVAS A QUEM ACEITA O CONVITE

Jesus não faz apenas um convite, mas também uma promessa.

a. Uma vida pura

§ Água viva (v. 38)

§ Essa água límpida e corrente apresenta-nos sinais claros de santidade e pureza.

§ Ter a vida de Deus dentro de nós é manifestar sua santidade dia-a-dia.

§ Ser puro não é ser perfeito, mas viver em bom testemunho.

b. Uma vida abundante

§ Rios de água viva (v.38)

§ Multidão de águas = vida abundante.

§ Precisamos aqui compreender o que significa esse termo: ABUNDÂNCIA.

Ø Abundância está relacionada à vida:

· Água é sinal de Vida.

· Só Jesus pode nos dar verdadeira vida.

Ø Abundância está relacionada à grande quantidade:

· Plenitude de vida, só em Jesus.

Ø Abundância está relacionada à fecundidade:

· Vida também é sinal de multiplicação.

· Só em Jesus podemos render frutos dignos nessa vida.

6) CONCLUSÃO

· O convite de Jesus ainda ecoa sobre nós hoje.

· Suas implicações e promessas já são conhecidas.

· Cabe então a nós, recebermos esse convite e respondê-lo prontamente, para desfrutarmos da presença e promessa de deus, hoje.

domingo, 4 de outubro de 2009

ADORAÇÃO E SANTIDADE - Hebreus 12.14-15


É possível adorar de verdade, sem uma vida de real santidade na presença de Deus? Milhões de cristãos “adoram” ano após ano, sem jamais entrar na verdadeira comunhão com o Senhor, num nível pessoal e transformador.

• Você pode fazer a sua devocional, sem adorar nem louvar.

• Pode vir aos cultos da igreja toda semana, sem adorar nem louvar.

• Pode até estar servindo no ministério, sem adorar nem louvar.

Louvor e adoração são experiências únicas e não podem estar dissociadas de uma vida de santidade.

O louvor deve ser um modo de vida de todo o cristão, e não apenas um momento nas celebrações com o povo de Deus.

O louvor é o reconhecimento de mérito ou valor. Louvar é tributar valor. Então, louvar a Deus é reconhecer seus méritos e valores, declarando os seus feitos em nossas vidas. (Pr. Duda).

Vejamos a experiência do profeta Isaías: Is 6.1-8

Para viver uma vida de adoração e santidade...

1. EXPRESSE A DEUS QUE ELE É DIGNO

“Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos” v. 3

A adoração é a resposta inata e imediata à presença e ao poder de Deus. Nosso Deus é santo e perfeito, e criou assim todas as coisas.

"Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas". Ap 4.11

Indivíduos que não adoram a Deus, sem dúvida estão cegos por suas próprias glórias.

Adoração é mais do que cantar. É entrar na presença de um Deus santo, com uma vida santa.

2. RECONHEÇA O SEU PECADO

“Ai de mim! Estou perdido! Pois sou um homem de lábios impuros e vivo no meio de um povo de lábios impuros”. v.5

Isaías quebrantou-se diante do Senhor, e confessou suas fraquezas e pecados. Ele se humilhou de verdade. Santidade pessoal somente se alcança com reconhecimento e confissão de pecados.

Deus não usa vasos sujos!

“Se eu acalentasse o pecado no coração, o Senhor não me ouviria” . Sl 66.18

3. RECEBA O PERDÃO DE DEUS

“a sua culpa será removida, e o seu pecado será perdoado”. v. 7

Para viver em adoração e santidade você precisa ser liberto de toda culpa e receber a maravilhosa graça de Deus em sua vida.

“Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados! Como é feliz aquele a quem o SENHOR não atribui culpa e em quem não há hipocrisia!” Sl 32.1-2

Muitos de nós somos mestres em transferir a culpa. (Eva, Adão).
Crianças fazem isso naturalmente. É fácil por a culpa nos subordinados, no chefe, na esposa, na mídia, no estresse, no governo, na infância infeliz.
Nenhum de nós cria ovelhas(como Davi criou), mas sempre temos uns bodes expiatórios. Aqui começa a estrada da recuperação. Eu preciso assumir o que fiz. Empurrar a culpa é garantir que ela não chegue a lugar algum. Preciso assumir o meu erro, para poder me distanciar da culpa.

“Busquem o SENHOR enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto. Que o ímpio abandone o seu caminho, e o homem mau, os seus pensamentos. Volte-se ele para o SENHOR, que terá misericórdia dele; volte-se para o nosso Deus, pois ele dá de bom grado o seu perdão”. Is 55.6-7

4. CUMPRA A SUA MISSÃO

“Eis-me aqui. Envia-me!” v.8

O verdadeiro adorador não fica só na contemplação. Ele age! Ele se entrega. Consagra sua vida, seus dons, talentos, bens, família, oportunidades. É um cristão de tempo integral. Não apenas aos domingos, no templo. Cumpre a sua missão no mundo, entre um domingo e outro.

Santidade e adoração precisam acontecer 24 horas por dia, sete dias por semana: no trabalho, em casa, no escritório, na internet, na faculdade, nos relacionamentos.

CONCLUSÃO:

Manter o foco em Deus em constante gratidão e com expressões de adoração toca o coração dele que se move em nosso favor, transformando situações humanamente impossíveis.

Um exemplo disso encontramos em Atos 16:25 e 26. Paulo e Silas estavam na prisão e enquanto oravam e louvavam a Deus com cânticos, houve um terremoto tão violento que abalaram os alicerces da prisão, abrindo todas as portas da carceragem e soltando todas as correntes que prendiam a todos naquele lugar. Em meio ao louvor a situação não somente se reverteu, trazendo liberdade aos presos, mas também vidas foram transformadas – o carcereiro e sua família foram salvos.

O louvor como modo de vida transforma situações e relacionamentos, abre portas, muda vidas.

Como Isaías:

• EXPRESSE A DEUS QUE ELE É DIGNO

• RECONHEÇA O SEU PECADO

• RECEBA O PERDÃO DE DEUS

• CUMPRA A SUA MISSÃO.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

FESTA DOS TABERNÁCULOS - Levíticos 23.33-43


Significado Histórico

A Festa dos Tabernáculos ou Festa da Colheita era originalmente uma festa agrícola, assim como a Páscoa e Pentecoste. Apesar disso Deus lhe atribui um significado histórico: a lembrança da peregrinação pelo deserto e o sustento pelo Senhor. A fragilidade das tendas que o povo construía era uma lembrança da fragilidade do povo quando peregrinava os 40 anos no deserto a caminho da Terra Prometida.

A palavra “tabernáculo” origina-se da palavra latina “tabernaculum” que significa “uma cabana, um abrigo temporário”. No original hebraico a palavra equivalente é sukka, cujo plural é sukkot.

A Festa dos Tabernáculos durava uma semana e durante este período habitavam em tendas construídas com ramos.

É um tempo de regozijo e ação de graça.

Posteriormente, na história judaica, a Páscoa, Pentecoste e a Festa dos Tabernáculos são chamadas no calendário judaico de Festas de Peregrinos, porque nestas três festas era exigido que todo homem judeu fizesse uma peregrinação até o Templo, em Jerusalém. Nestas ocasiões o povo trazia os primeiros frutos da colheita da estação ao Templo, onde uma parte era apresentada como oferta a Deus e o restante usado pelas famílias dos sacerdotes. Somente após essa obrigação ser cumprida era permitido usar a colheita da estação como alimento.

A ordenança de Deus para que o povo habitasse em tendas traz conotações de caráter moral, social, histórico e espiritual. O rabino Henri Sobel fala da sukka como um símbolo de proteção divina. Em momentos de aflição pedimos ao Todo-Poderoso que nos “abrigue em sua tenda” (Salmos 27.5). A Sukka é um chamado contra a vaidade e um apelo à humildade. Mesmo o mais poderoso dos homens deve viver durante sete dias numa habitação primitiva e modesta, conscientizando-se da impermanência das posses materiais. Mais ainda, deve compartilhar essa moradia com todos os desprivilegiados a seu redor: “seus servos, o estrangeiro, o órfão e a viúva que estiverem dentro dos seus portões”. ( Deuteronômio 16.14)

Por ser pequena, sem compartimentos a sukka obriga seus moradores a se aproximarem, física e afetivamente, e talvez os inspire a se manterem mais unidos nos outros dias do ano.

De acordo com a Lei, a cobertura da sukka deve ser feita de tal forma que através dela se possam ver as estrelas. Resulta um teto pelo qual se infiltram a chuva e o vento, mas pelo qual também penetra a luz do sol. A sukka é o modelo de um verdadeiro lar: sem uma estrutura sofisticada, sem decoração luxuosa, mas cheia de calor, tradição e santidade. Um lar deve ter espiritualidade, deve ter uma vista para o céu.

A sukka é um abrigo temporário, improvisado, construído às pressas. E, no entanto, ela é um símbolo de permanência e continuidade. É tão frágil, tão precária , tão instável e, no entanto, sobreviveu a tantos impérios, tantas revoluções porque na verdade seu sustento é divino , é somente o Senhor quem nos pode sustentar!

A sukka é uma construção rústica cuja cobertura é feita de produtos da terra - fácil de obter. Inclui ramos, arbustos, palha e mesmo ripas de madeira. Frutas, vegetais e outros alimentos não são usados.

O povo judeu tomou as palavras de Deus em Levítico 23 “habitareis” em seu sentido literal. Eles interpretaram a palavra “habitar” como significando que se devia comer e dormir na sukka, e não apenas construí-la. Nenhuma benção é recitada quando se constrói a sukka, pois a ordem fundamental é “habitar” na sukka e não meramente construí-la. Uma benção é recitada imediatamente antes de comer e dormir na sukka.

A Festa dos Tabernáculos tinha dois aspectos distintos na época do Templo. Uma parte da festa era consagrada ao louvor e ações de graça. O toque das trombetas convocava o povo, que se postava nas ruas para assistir à marcha dos sacerdotes que iam ao tanque de Siloé, enchiam uma vasilha de prata de água e depois rumavam para o templo e a derramavam no altar. Era um cortejo glorioso de sacerdotes vestidos de branco, instrumentos musicais, corais. Os levitas se faziam acompanhar por músicos em instrumentos de corda, sopro e percussão durante a recitação dos Salmos 113 a 118- especialmente as palavras messiânicas do Salmo 118, versos 25 e 26: “Ó Senhor, salva, Te pedimos! Ó Senhor, nós te pedimos, envia-nos a prosperidade. Bendito aquele que vem em nome do Senhor”.

Esse ritual de derramamento de água simbolizava ações de graça pela chuva que possibilitou a colheita do ano. Orações por mais chuva eram feitas para possibilitar a colheita da próxima estação.

Esse ritual simbolizava também a alegria espiritual e salvação.

A cada dia, durante o período da Festa, os sacerdotes rodeavam o grande altar de sacrifícios, uma vez, agitando suas palmeiras em todas as direções. Os ramos eram seguros juntos na mão direita, e a cidra, na mão esquerda.
No sétimo dia, chamado “Hoshana Rabbah”que sifnifica “A grande Salvação”, os sacerdotes rodeavam o altar sete vezes, recitando o Salmo 118.

Durante os sete dias de Sukkot, o grande altar de sacrifício recebia um número de sacrifício maior do que em qualquer outra festa: 70 novilhos, 14 carneiros, 98 cordeiros e 7 bodes( Números 29.12-34).

Em relação aos 70 novilhos o Talmud ensina que “as setenta nações do mundo são representadas nas ofertas de expiação de Israel.

O segundo ponto alto das comemorações eram os festejos. À noite, as multidões festejavam com banquetes e ainda cantavam e caminhavam pelas ruas portando tochas. Eram também colocadas tochas que iluminavam o átrio do Templo. Nesses momentos demonstravam sua gratidão a Deus desfrutando as boas coisas da vida e o prazer de gozarem a companhia uns dos outros.

Foi a essa festa que os irmãos de Jesus se referiram quando insistiram com ele para que seguisse para Jerusalém (João 7.1-9). O Senhor rebateu suas palavras sarcásticas, mas depois, ocultamente, foi para Judéia. Durante a Festa, Ele deu ensinamentos e sofreu dura oposição por parte dos fariseus. Foi nessa ocasião que chamou os que tivessem sede para irem a ele e beber ( João 7.37). Isso pode ter sido uma referencia à água derramada no altar durante a Festa.

LIÇÕES DA FESTA PARA NÓS, HOJE

1) NUNCA DEVEMOS ESQUECER-NOS DE ONDE SAIMOS

· Uma das intenções da construção da sukka é relembrar o período difícil do povo no deserto.

· Da mesma forma, nunca podemos nos esquecer dos lugares aos quais Deus nos tirou, pois, se assim acontecer, podemos também nos esquecer dos grandes feitos de Deus por nós.

2) DEVEMOS SEMPRE ENTREGAR A DEUS NOSSOS PRIMEIROS FRUTOS DA COLHEITA DA VIDA

· Devemos, em todo tempo, separar, em primeiro lugar, aquilo que é destinado a Deus em nossas vidas:

i. Tempo,

ii. Dinheiro,

iii. Esforço,

iv. Amor.

3) DEVEMOS EM TODO TEMPO CELEBRAR COM ALEGRIA A SALVAÇÃO RECEBIDA DE DEUS, POR CRISTO

· Nós necessitamos de sempre agradecer e celebrar a vida que Deus tem nos dado.

· Viver a vida cristã é desfrutar da alegria de Deus, que nos salvou.

· Adorar também é celebrar: Comemorar com solenidade; festejar; louvar publicamente; enaltecer

· Devemos transformar nossos cultos em celebrações por Deus que Deus nos deu: SALVAÇÃO!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O CULTO: ENCONTRO COM DEUS - Mt. 18.18-20


Esse capítulo 18 de Mateus trata de uma série de assuntos:

· Jesus responde a pergunta sobre quem seria o maior no reino dos céus;

· Jesus conta a parábola da ovelha perdida;

· Jesus trata sobre como resolver uma ofensa ao irmão;

· Jesus fala sobre oração;

· Fala sobre a essência do culto;

· Conta a parábola do servo impiedoso.

Separamos nessa noite o trecho que Jesus trata especificamente do ajuntamento entre os irmãos, ao qual denominados CULTO.

De inicio, vale ressaltar que Jesus fala do culto em meio a uma discussão sobre relacionamento na Igreja. Aqui mesmo, já temos um conceito profundo de Jesus:

· SÓ PODE EXISTIR PRESENÇA DE DEUS ONDE AS PESSOAS REUNIDAS ESTÃO EM COMUM ACORDO.

o Antes de afirmar a sua presença no ajuntamento de dois ou três, Jesus fala da importância de se resolver os problemas internos e da necessidade de concordância (v. 15-19);

o Deus não pode habitar em ajuntamentos de pessoas que não andam juntas, não ligam as mesmas coisas no céu.

Em seguida, Jesus apresenta a seguinte compreensão: Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles” (v.20). O que seria estar reunido em meu nome?

· Em meu nome denota a idéia de: por causa de, no interesse de, para a possessão de.

· Essa é a idéia: Jesus se faz presente num local onde as pessoas se reúnem com desejo por Jesus, com a plena consciência que estão ali porque já são d’Ele.

Nesse momento, uma reflexão sobre nosso jeito de cultuar desse ser inferida.

· Alguns de nós ainda temos aquela terrível compreensão de que o culto é um lugar aonde eu vou à busca de algo que o pastor, o ministério de louvor ou outra pessoa pode me oferecer.

o É como se fôssemos a um teatro, assentássemos na platéia em busca de algo de nos ofereceram.

· O culto cristão não é assim.

o Em nossos cultos, não somos a platéia, mas sim os atores. Todos nós, sacerdotes universais, povo de Deus, somos convidados por Deus a estar no palco, em total ministração à platéia composta por três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.

o Deus nos convida a tomar o palco e a apresentar algo que possa encher seu coração. Apesar do convite ser d’Ele, nós que atuaremos.

· Uma idéia que pode nos ajudar é tentar entender a raiz da palavra culto.

o A palavra Culto vem do latim colere, que significa cultivar agricolamente.

o Cultuar é semear algo, é lançar sobre Deus nossas sementes, aquilo que temos de valioso.

§ O que mais valioso temos, e que Deus espera que entreguemos, é a nossa vida.

o Outro significado para palavra culto é SERVIÇO.

§ Serviço é algo que nos custa. É trabalho, requer esforço, dedicação.

§ Cultuar a Deus é também se empenhar para oferecer algo que agrade o coração de Deus.

· Nessa reflexão, quero também pensar sobre o papel da música e da dança no culto.

o A música é um dos melhores meios de se unir corpo, alma/mente e espírito em um só propósito.

§ Por isso, Deus sempre incentivou seu povo a manifestar sua adoração através da música, porque ela faz com que o individuo se expresse plenamente ao Senhor.

o A dança é um meio, que havia sido abandonado, de expressão artística a Deus.

§ Com gestos corporais, se apresenta mensagens do nosso coração ao Senhor.

PARA FINALIZAR: DEUS ASSISTE, E RETRIBUI CONFORME O QUE FOI OFERECIDO

Parece barganha, mas não é.

Todo aquele, que é de alguma maneira presenteado, tem por si mesmo um sentimento de retribuir aquela alegria recebida. Com Deus, não é diferente.

Se tocamos seu coração com nosso culto de adoração, Deus manifestará seu contentamento e alegria. E não é necessário nada mais do que isso para nós. Por quê? Neemias nos ensina: “a alegria do Senhor é a nossa força”!

Se muitas vezes temos saído vazios e frustrados de nossas reuniões, mudemos nossa forma de cultuar ao Senhor, para desfrutarmos da experiência de alegrar o coração de Deus, e sermos fortificados por Ele.